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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Dafra Kansas 150 customizadas










































FONTE: as melhores fotos da comunidade do orkut "Kansas 150".

Eu digo Sim à motocicleta


Campanha lançada pela MOTOCICLISMO MAGAZINE com o objetivo de mostrar os benefícios que as motos trazem à sociedade.

Apesar de sua importância social e econômica, atualmente, a moto e seu mundo são vistos negativamente pela sociedade, e seus problemas específicos não são levados em conta.

A moto é uma solução, não um problema.

SIM – A moto é uma ótima alternativa, além de ser viável e transmitir liberdade de ir-e-vir, sem depender de ninguém.
SIM – Diante dos problemas causados por outros meios de transporte e da falta de um transporte coletivo coerente, a moto oferece um transporte livre, individual e sustentável.
SIM – Os motociclistas favorecem a circulação, deixam mais espaços para os demais veículos e facilitam projetos favoráveis à criação de espaços de melhor convivência.
SIM – A motocicleta merece ser potencializada e aceita como uma ótima solução ao tráfego urbano e para o lazer. A nossa campanha enfocará a segurança e as melhorias para todos os motociclistas. Essas são algumas das medidas que nós pleitearemos junto aos órgãos responsáveis: estudo para a liberação da faixa de ônibus ao uso das motos e a
ampliação das faixas exclusivas; criação de mais estacionamentos específicos; não à proibição indiscriminada de estacionar em calçadas, pois existem espaços onde seria totalmente viável; incentivo ao uso e à diminuição dos custos dos equipamentos de segurança como: jaquetas, calças, botas e luvas apropriadas; diminuição dos impostos sobre a motocicleta devido à sua prestação social; preço do seguro mais justo; planos de financiamento mais amplos; equivalência da Carteira de Habilitação B-A1 como ocorre na Europa.

A motocicleta e o tráfego

A moto merece respeito e atenção de todos. Os carros são maioria no trânsito, mas, assim como caminhões, ônibus, vans etc., as motocicletas merecem uma atenção específica às suas características e necessidades junto ao trânsito, ao pavimento e à sinalização. Essa atenção prioriza a segurança e contempla o desenvolvimento de suas capacidades e vantagens ao máximo. Por isso, deve-se projetar ruas e estradas pensando nela, como guard-rails com proteção inferior, sinalização horizontal antideslizante, sinalização vertical apropriada e conservação do pavimento ou asfalto.

A moto como um elemento de lazer

A moto é positiva. Além de ser útil e um imprescindível meio de transporte, a motocicleta oferece importantes valores quanto à liberdade e à satisfação em seu uso. Transmite uma sensação de bem-estar aos seus usuários e acompanhantes. Por isso, o uso da moto deve ser uma atividade segura e prazerosa.

A moto na sociedade

O motociclista é um cidadão. Desconsiderando a marginalidade provocada por alguns, estamos orgulhosos por andar de moto e fazer parte da sociedade. Por isso, reinvidicamos seu uso, tanto prático como de lazer. Não devemos ficar na defensiva. Somos mais de 9 milhões em todo o Brasil, o suficiente para chamar a atenção dos políticos e da sociedade em geral. A forma de pleitear e defender nossos direitos será parte essencial da mensagem positiva da moto, o que descarta qualquer tipo de resposta agressiva aos demais cidadãos.

FONTE: http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=58#topo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

American Shoes - Wolf Attack

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mais uma Dafra Speed






segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

BRP traz ao Brasil o Can-Am Spyder RT-S


Modelo roadster touring chega ao país por valor estimado de R$ 90,8 mil

Se você já achava o Can-Am Spyder uma máquina saída de um filme futurista de ficção científica, ficará ainda mais impressionado com a sua nova versão RT sigla significa roadster touring e indica as pretensões para viagens do triciclo. O RT-Sem algumas diferenças em ralação ao tradicional Spyder, agora chamado de RS (roadster sport). Primeiro, pode-se notar diferenças no visual, que agora possui uma grande bolha — com regulagem eletrônica.

Outra novidade está na bitola, 38 mm maior, em relação ao RS, chegando a um comprimento máximo de 76 mm. Além disso, a capacidade de carga do Spyder RT é de 777 litros agora. Com a adição de um trailer de carga (622 litros), somada aos porta-objetos do triciclo (155), o Spyder tornou-se um veículo voltado à estrada. O posicionamento do piloto também está mais confortável, assim como o espaço para o garupa.

Apesar de tudo isso, o que mais chama atenção são os dispositivos eletrônicos do Can-Am. Equipado com um exclusivo sistema de estabilidade, o Spyder tem controle de tração e ABS, além do câmbio semi-automático. O preço estimado para a versão top, a RT-S, é de R$ 90 800, e mais duas versões chegarão ao país: a RT e RT – Audio and Convenience. Todas as versões são impulsionadas pelo motor Rotax de 990 V-Twin.

A BRP apresentou a novidade à imprensa no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, durante o Spyder Day. Na ocasião, os proprietários de Spyder puderam pilotar o triciclo na pista paulistana. Além do Can-Am, a BRP também está trazendo ao país sua nova linha de quads 2010, como é caso do Outlander MAX 800R EFI XT-P.

FONTE: http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=792

sábado, 30 de janeiro de 2010

Conheça a Apache

Parceira da Dafra lança Apache 180 com ABS


Após a Honda lançar com pioneirismo o sistema de ABS — anti-lock braking system — em motos de 300 cm³, a TVS dá um passo além. A fabricante indiana acaba de mostrar sua Apache RTR 180 dotada com o dispositivo de frenagens. Com isso, é a primeira empresa do setor de duas rodas da Índia a contar com o ABS e inaugura a entrada do equipamento nas motos de baixa cilindrada.

A escolhida para receber o ABS foi a RTR Apache 180, um modelo urbano. Vale lembrar que a TVS possui um acordo com a Dafra e em breve teremos a Apache 150 rodando pelas ruas de nosso país. A marca brasileira apresentou a moto durante o último Salão Duas Rodas, realizado em outubro de 2009. Na ocasião, nada comentou-se sobre um possível vinda a terras canarinhas da RTR 180 e nem mesmo sobre o ABS.

FONTE: http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=780#topo

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rock'n'Roll - Wolf Attack Band

WOLF ATTACK - Se você acessar a Wikipedia e pesquisar por Arapongas, vai encontrar o seguinte: “É um município brasileiro do estado do Paraná. Fundado em 10 de outubro de 1947, sua população estimada em 2005 era de 98.505 habitantes (IBGE)”. Mas o que os ratos de biblioteca da Queen’s University de Belfast e colaboradores desta enciclopédia esqueceram de acrescentar, é que esta pequena cidade é berço de uma das grandes bandas ainda obscuras do Paraná, a Wolf Attack. A banda formada em novembro de 2005 começa a dar as caras no cenário independente, e cada vez mais se ouve falar neles. Se você está ávido por saber como é o som desta banda e espera que eu vá definir em umas três linhas como faria Lester Bangs está muito enganado. Nem vou tentar explicar como é, portanto vá agora ao Myspace e comece pela faixa “Attack of the Wolves”, que num beat a moda MC5, te conduz numa furiosa perseguição por lobos. Então façamos o seguinte, “se por um acaso você estiver perdido no meio dos rincões vermelhos do Norte do Paraná, e no meio da madrugada escutar três malucos se divertindo com o que fazem. Fique tranqüilo, está tudo sob controle. São apenas os Lobos Atacando”. - Valter Resende (Rádio Loaded E-zine / Revista Decibélica)





MYSPACE: http://www.myspace.com/wolfattackband

Virago - Um pouco de história


Introduzida em linha de produção no final do ano de 1989, entrou no mercado e praticamente reinou durante muitos anos as cruisers até 250 cc. Em alguns países chegou a ser produzida até 2007.

Com sua potência de 21,49 cv a 8000 rpm e torque de 2,1 kgf.m a 6500 rpm, é possível viajar a uma velocidade de cruzeiro em torno de 110km/h com alguma reserva para ultrapassagens.

As primeiras Virago 250 vieram mediante importação pela própria Yamaha, no ano de 1995. Devido ao sucesso de vendas, em 1997 a Yamaha decidiu nacionalizar o produto. Suas vendas foram bem até 2002, quando a Yamaha inexplicavelmente decidiu tirar a moto de linha no Brasil.

Hoje existem diversos fóruns e comunidades dedicados não só a Virago 250, mas a todos os modelos da familia Virago. A 250 e a 535 tiveram fabricação nacional, a 1100 foi importada oficialmente pela Yamaha e a 750 por importadores independentes.

E quando se fala em personalização, não é difícil encontrar na rede fotos de Viragos modificadas pelos donos, não só aqui no Brasil, mas em todo mundo! E tem para todos os gostos, desde os mais radicais, até os mais conservadores.

FONTE: http://v2culture.blogspot.com/2009/08/virago-250.html

Viragos Customizadas

Obrigado pela visita!